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SAÚDE PÚBLICA
Fundação de Saúde confirma segunda morte por H1N1 em Teresina
15/05/18, 18:18

A

Fundação Municipal de Saúde (FMS) confirmou nesta terça-feira (15) a segunda morte em Teresina, em consequência de infecção pelo vírus H1N1, mais conhecida como a Gripe A. A vítima era uma mulher, de aproximadamente 50 anos, não identificada pela FMS. A Fundação investiga outros três e tem 46 casos confirmados.

De acordo com informações da FMS, a mulher morta teve uma síndrome respiratória aguda grave pelo vírus H1N1 e já apresentava problemas de saúde como diabetes, cardiopatia e pneumopatia. A vítima estava internada em um hospital privado e tinha aproximadamente 50 anos de idade.

No boletim epidemiológico divulgado pela FMS nesta terça-feira desde janeiro de 2018 ocorreram 28 casos de síndrome respiratória aguda grave, que não tem necessidade de internação e notificação compulsória, e 18 casos de Síndrome Gripal, sem registros de complicações, positivos para H1N1.

No início deste mês foi confirmado pela FMS a primeira morte ocasionada pela Influenza, em Teresina. A vítima trabalhava como motorista e não teve sua identidade revelada. A FMS disse que a vítima sofria de problemas cardíacos e que não aceitou internação na primeira ida ao hospital, aumentando mais ainda o risco e que acabou não resistindo.

Mais suscetíveis são público alvo de vacinação

A FMS informou que os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave acontecem em pessoas com problemas específicos, público alvo da campanha de vacinação.

A FMS comunicou que está aguardando nova remessa de vacinas que serão enviadas pelo Ministério da Saúde, que é o responsável pelo fornecimento das doses. A promessa de que novas doses chegariam ainda nesta terça-feira. No dia D de vacinação para a gripe foi registrada a falta de vacinas nos postos da capital.

É possível encontrar a vacina na rede pública somente para pessoas com 60 anos ou mais de idade, puérperas (mulheres até 45 dias após o parto), trabalhadores da saúde, professores das escolas públicas e privadas, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições especiais, a população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional.

Fonte: JL/G1PI
Reportagem publicada no site www.jornalluzilandia.com.br